“O que dizer, mas sobretudo o que esperar de
mim, se, como professor, não me acho tomado por este outro saber, o de que
preciso estar aberto ao gosto de “querer bem”, às vezes, à coragem de querer
bem aos educandos e à própria prática educativa de que participo.”.
(FREIRE, 1997, p.159).
Acreditamos que estamos vivendo no ambiente escolar um misto de aprendizagem
e de aventura. Aprendizagem e aventura em busca do novo, dos diferentes
caminhos que permitam a construção do conhecimento e, nesse processo, a cada
dia, uma reflexão nova sobre nosso papel de professoras e principalmente a
tomada de consciência da nossa atual identidade como mediadoras.

Fonte: https://jucienebertoldo.wordpress.com/
Durante a semana vivenciaremos de formas diferenciadas a aplicabilidade
de mais uma etapa do PA. Será um processo voltado ao ensino da pesquisa e ao estimulo
do desejo de aprender através do aguçamento da curiosidade em nossos alunos. A
semana anterior estávamos de posse das perguntas realizadas na Meta I, na qual partimos
para a fase de descobertas do que eles sabiam e sobre o que tinham duvidas.
Agora de posse dessas informações vamos às pesquisas por via tecnológicas,
bibliotecas ou sala de leituras das escolas. Sabemos que não será fácil, o
desafio está na falta dos recursos para que esta fase do projeto ocorra com
êxito. Mas estamos preparados, pois este desafio já faz parte do nosso cotidiano
e o que podemos fazer com esse desafio? Buscar as devidas soluções!
Neste momento de trocas de informações, não seremos “as professoras”, pois,
deveremos estabelecer uma relação de parcerias que será consolidada pela presença
do diálogo em que ampliarão as trocas de informações para analisar e qualificar
cada uma a cerca dos conhecimentos dos envolvidos.
No momento desta escrita em que dialogávamos sobre este trabalho, nos
lembrávamos de Paulo Freire (1997), o qual dizia que a disponibilidade para o
diálogo está presente como uma das “exigências do próprio ato de ensinar”
(p.152).
Por isso, cada professora do grupo que narra as suas experiências
semanal traz em seu discurso as dúvidas, as incertezas e angustias sobre está
fazendo ou não a coisa certa, pois, na prática, os alunos muitas vezes não correspondem
as nossas expectativas.
O PA é considerado por nós um grande desafio.
Estamos aprendendo e
apreendendo “o querer bem” aos nossos alunos através do PA e desse construto
coletivo com as trocas de experiências docentes do grupo. Neste processo vamos
somando para encontrar o melhor caminho para que tudo saia dentro do proposto.
Vale lembrar o que temos destacado nos textos deste blog é sobre o
desenvolvimento da autonomia que será desencadeada através da pesquisa.
Acreditamos que tudo que envolve os estímulos e as aprendizagens dos alunos estão
relacionadas ao princípio do desenvolvimento da autonomia. Para tanto, estamos
sempre atentas em respeitar a individualidade, a caminhada de cada um e
principalmente o tempo de aprender.
Como registrado em outra parte deste blog, registraremos aqui as nossas
experiências semanais e em seguida uma reflexão desse período:
1.
IASMIM:
Nesta semana demos continuidade a meta 2 revisando a questão norteadora e as dúvidas e certezas. Alguns estudantes acrescentaram mais certezas, demonstrando que haviam realizado pesquisas em suas residências. Quanto a organização dos grupos, houve troca de integrantes entre os grupos, pois segundo eles alguns moravam longe e não estavam conseguindo fazer a atividade junto. Eu concordei com a troca, pois não vejo problema nestes reajustes, penso que os grupos devem ser organizados de acordo com o interesse e as afinidades.
Após orientei aos estudantes a irem em busca das respostas das suas dúvidas. Questionei se havia algum grupo que não possuía internet em sua residência, contudo nenhum estudante se manifestou. Infelizmente, não possuímos laboratório de informática e nem biblioteca funcional na escola, sendo assim as pesquisas devem ser realizadas em casa. Disponibilizei o meu perfil docente no Facebook para que os alunos pudessem entrar em contato com maior facilidade já que não nos vemos diariamente.
Nesta semana demos continuidade a meta 2 revisando a questão norteadora e as dúvidas e certezas. Alguns estudantes acrescentaram mais certezas, demonstrando que haviam realizado pesquisas em suas residências. Quanto a organização dos grupos, houve troca de integrantes entre os grupos, pois segundo eles alguns moravam longe e não estavam conseguindo fazer a atividade junto. Eu concordei com a troca, pois não vejo problema nestes reajustes, penso que os grupos devem ser organizados de acordo com o interesse e as afinidades.
Após orientei aos estudantes a irem em busca das respostas das suas dúvidas. Questionei se havia algum grupo que não possuía internet em sua residência, contudo nenhum estudante se manifestou. Infelizmente, não possuímos laboratório de informática e nem biblioteca funcional na escola, sendo assim as pesquisas devem ser realizadas em casa. Disponibilizei o meu perfil docente no Facebook para que os alunos pudessem entrar em contato com maior facilidade já que não nos vemos diariamente.
2.
JAQUELINE: Durante essa semana, fizemos o quadro das certezas e das dúvidas. É muito interessante ouvir as ideias que os alunos trazem acerca do tema em questão. A pergunta que os alunos escolheram para pesquisar foi: "Por que os touros não gostam do vermelho?" E algumas ideias foram surgindo: a) O vermelho irrita o touro; b) Porque ficam tirando "sarro" do touro. c) Porque ele é gremista; d) Porque ele pensa que é sangue; e) Porque o touro não gosta do vermelho. Alguns questionamentos surgiram também: a) Será que ele fica triste? b) Qual a diferença do boi para o touro? c) Onde acontecem as touradas?
Trabalhar com PA's em turmas de alfabetizando, apresenta certa limitação pois os alunos não conseguem pesquisar sozinhos, o trabalho precisa de algum leitor e um escriba para que consigam pesquisar e registrar as descobertas. Portanto, penso em levar livros para que eu possa ler para eles e usar o recurso da internet com o uso de notebook conectado na TV na sala de aula. E, posteriormente, escrever textos coletivamente com todos os alunos.
Percebo, cada vez mais, que o professor na sua atividade docente imagina que os alunos já conheçam determinados assuntos, partindo daquilo que ele, o professor) já sabe. Porém, quando abrimos espaço para que os alunos perguntem e expressem suas ideias sobre algo, nos surpreendemos. E esse é um dos motivos pelos quais devemos ouvir nossos alunos, conhecer o que eles conhecem e desconhecem. Durante o levantamento das questões que queriam investigar um dos alunos levantou a seguinte questão: De onde vem o feijão?" Prontamente, o outro aluno respondeu: "Bah... mas tu é burro hein! Do mercado né!" Eu fiquei perplexa com a resposta, pois essa era a ideia do aluno que os feijões vem do mercado. E fiquei pensando quantas outras ideias os alunos tem acerca do mundo que os cerca e o quanto a escola precisa abrir espaço para que possam perguntar, levantar hipóteses, pesquisar e aprender.
Trabalhar com PA's em turmas de alfabetizando, apresenta certa limitação pois os alunos não conseguem pesquisar sozinhos, o trabalho precisa de algum leitor e um escriba para que consigam pesquisar e registrar as descobertas. Portanto, penso em levar livros para que eu possa ler para eles e usar o recurso da internet com o uso de notebook conectado na TV na sala de aula. E, posteriormente, escrever textos coletivamente com todos os alunos.
Percebo, cada vez mais, que o professor na sua atividade docente imagina que os alunos já conheçam determinados assuntos, partindo daquilo que ele, o professor) já sabe. Porém, quando abrimos espaço para que os alunos perguntem e expressem suas ideias sobre algo, nos surpreendemos. E esse é um dos motivos pelos quais devemos ouvir nossos alunos, conhecer o que eles conhecem e desconhecem. Durante o levantamento das questões que queriam investigar um dos alunos levantou a seguinte questão: De onde vem o feijão?" Prontamente, o outro aluno respondeu: "Bah... mas tu é burro hein! Do mercado né!" Eu fiquei perplexa com a resposta, pois essa era a ideia do aluno que os feijões vem do mercado. E fiquei pensando quantas outras ideias os alunos tem acerca do mundo que os cerca e o quanto a escola precisa abrir espaço para que possam perguntar, levantar hipóteses, pesquisar e aprender.
3.
KÊNIA:
- Como é a vida de uma cantora ou atriz?
- Qual o sentido da vida? (trocada para Por que o céu é azul?)
- Por que as pessoas morrem?
- No que consiste a felicidade? Podemos ser felizes a vida inteira? (trocada para Quem inventou o computador?)
- Quem inventou o sorvete e a casquinha?
- O que é ilusão de ótica?
- Como fazer uma máquina do tempo?
Pergunta acrescida: - Quem inventou o funk?
Notamos que as perguntas que exigiam um grau de pensamento filosófico mais complexo, foram deixadas de lado. Penso ser natural para crianças dessa idade (de 9 a 10 anos). Preferiram perguntas sobre assuntos mais “palpáveis”.
Merece destaque o grupo da pergunta “Por que as pessoas morrem?”, pois decidiram abordar os tipos de morte que as pessoas podem ter. E a pesquisa se resumiu ao que ocorre com o corpo de uma pessoa em um enforcamento. O grupo da pergunta “Como fazer uma máquina do tempo?” achou a resposta num site que explica passo a passo a construção dessa máquina. Eles não concluíram a pesquisa, mas confesso que fiquei curiosa para saber o final.
Na próxima semana voltaremos aos escritos e decidiremos quais outras fontes de pesquisa necessitamos nos apropriar para encorparmos nossa pesquisa. Devido ao pouco tempo semanal que tenho com os alunos (de dois a três períodos de 50 minutos semanais) o projeto se desenvolve mais lentamente.
Não pretendo “atropelar” nenhuma fase, afinal, adaptar os recursos tecnológicos, temporais, didáticos, entre outros, aos nossos objetivos também faz parte do nosso aprendizado. Mas é importante salientar que o melhor dessa etapa está sendo ver brotar o brilho nos olhos das crianças. É realmente um trabalho enriquecedor e certamente renderá muitos frutos.
Esta semana, de posse das perguntas, fomos à pesquisa. Conseguimos uma vaga no Laboratório de Informática pelo fato da professora que coordena o projeto de informática na escola ter faltado na última sexta-feira. Caso contrário, ficaria difícil o acesso aos computadores da escola.
Tínhamos apenas dois períodos de 50 minutos, que se reduziu pelo tempo que levei até buscar os alunos na fila, acalmá-los para iniciar a fala, fazer a chamada, explicar a dinâmica da aula, formar nova fila, se deslocar até o Laboratório... enfim, boa parte do tempo disponível foi assim gasto.
Chegando ao Laboratório, cada grupo se apropriou de um ou dois computadores (tínhamos sete grupos e dez computadores funcionando). Iniciaram a pesquisa digitando a pergunta no Google. Foram abrindo os vários sites até escolherem o que lhes pareceu melhor, sempre sob minha orientação e ajuda do estagiário de informática, que se demonstrou muito prestativo (esse estagiário iniciou nesta semana na escola).
No decorrer do percurso houve algumas trocas. O grupo que havia escolhido a pergunta “Qual o sentido da vida?” trocou para “Por que o céu é azul?”. O grupo que havia escolhido a pergunta “Em que consiste a felicidade e podemos ser felizes para sempre?” trocou para “Quem inventou o computador?”. E ainda, um dos grupos se dividiu, formando um novo grupo (dupla) que pesquisou “Quem inventou o funk?”
Tínhamos apenas dois períodos de 50 minutos, que se reduziu pelo tempo que levei até buscar os alunos na fila, acalmá-los para iniciar a fala, fazer a chamada, explicar a dinâmica da aula, formar nova fila, se deslocar até o Laboratório... enfim, boa parte do tempo disponível foi assim gasto.
Chegando ao Laboratório, cada grupo se apropriou de um ou dois computadores (tínhamos sete grupos e dez computadores funcionando). Iniciaram a pesquisa digitando a pergunta no Google. Foram abrindo os vários sites até escolherem o que lhes pareceu melhor, sempre sob minha orientação e ajuda do estagiário de informática, que se demonstrou muito prestativo (esse estagiário iniciou nesta semana na escola).
No decorrer do percurso houve algumas trocas. O grupo que havia escolhido a pergunta “Qual o sentido da vida?” trocou para “Por que o céu é azul?”. O grupo que havia escolhido a pergunta “Em que consiste a felicidade e podemos ser felizes para sempre?” trocou para “Quem inventou o computador?”. E ainda, um dos grupos se dividiu, formando um novo grupo (dupla) que pesquisou “Quem inventou o funk?”
Relembremos as perguntas originais:
- Como é a vida de uma cantora ou atriz?
- Qual o sentido da vida? (trocada para Por que o céu é azul?)
- Por que as pessoas morrem?
- No que consiste a felicidade? Podemos ser felizes a vida inteira? (trocada para Quem inventou o computador?)
- Quem inventou o sorvete e a casquinha?
- O que é ilusão de ótica?
- Como fazer uma máquina do tempo?
Pergunta acrescida: - Quem inventou o funk?
Notamos que as perguntas que exigiam um grau de pensamento filosófico mais complexo, foram deixadas de lado. Penso ser natural para crianças dessa idade (de 9 a 10 anos). Preferiram perguntas sobre assuntos mais “palpáveis”.
Merece destaque o grupo da pergunta “Por que as pessoas morrem?”, pois decidiram abordar os tipos de morte que as pessoas podem ter. E a pesquisa se resumiu ao que ocorre com o corpo de uma pessoa em um enforcamento. O grupo da pergunta “Como fazer uma máquina do tempo?” achou a resposta num site que explica passo a passo a construção dessa máquina. Eles não concluíram a pesquisa, mas confesso que fiquei curiosa para saber o final.
Na próxima semana voltaremos aos escritos e decidiremos quais outras fontes de pesquisa necessitamos nos apropriar para encorparmos nossa pesquisa. Devido ao pouco tempo semanal que tenho com os alunos (de dois a três períodos de 50 minutos semanais) o projeto se desenvolve mais lentamente.
Não pretendo “atropelar” nenhuma fase, afinal, adaptar os recursos tecnológicos, temporais, didáticos, entre outros, aos nossos objetivos também faz parte do nosso aprendizado. Mas é importante salientar que o melhor dessa etapa está sendo ver brotar o brilho nos olhos das crianças. É realmente um trabalho enriquecedor e certamente renderá muitos frutos.
4. LÊDA:
Essa semana foi realmente significativa, pudemos dar continuidade ao PA com destaque para a parte da pesquisa. De posse das perguntas fomos a sala de leitura ao laboratório. Tivemos que dividir a turma em dois grupos e revesar para que o objetivo da etapa fosse alcançado.
Muitos já sabem mexer no computador com facilidade e puderam ajudar aos colegas que não tem muita experiência e na sala de leitura a dificuldade é a mesma quando não se tem de forma autônoma o habito da pesquisa em livros, ou seja, dois pesos e duas medidas para o mesmo problema.
Essa semana foi realmente significativa, pudemos dar continuidade ao PA com destaque para a parte da pesquisa. De posse das perguntas fomos a sala de leitura ao laboratório. Tivemos que dividir a turma em dois grupos e revesar para que o objetivo da etapa fosse alcançado.
Muitos já sabem mexer no computador com facilidade e puderam ajudar aos colegas que não tem muita experiência e na sala de leitura a dificuldade é a mesma quando não se tem de forma autônoma o habito da pesquisa em livros, ou seja, dois pesos e duas medidas para o mesmo problema.
Foi um cotidiano como
professora diferente e como mediadora uma experiência impar. Dessa vez pude
observar a presença de características próprias de cada grupo em ambientes
diversos, mas com o mesmo proposito. Foram os espaços e tempos de cada grupo
que revelaram valores dentro de um processo pedagógico que tinha um objetivo: a
pesquisa.
Tudo fluiu como esperado e
puderam entender que nada podia ser realizado de forma aleatória, mas havia um
rito que foi estabelecido na meta 1 e para dar certo devia ser cumprido. Conseguimos
fazer o levantamento de informações importantes e agora partiremos para
organização das ideias na produção textual e para isso cada aluno tem seu material para as devidas anotações em relação aos projetos.

5. SIMONE: Esta semana, fui com meus alunos à Biblioteca da Unisinos - Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Lá eles pesquisaram em livros diversos sobre seus temas. Achei interessante mostrar-lhes como podemos realizar pesquisas utilizando outros materiais além da internet. Eles adoraram a busca pelo material e ficaram encantados com tantos livros. Foi difícil conter a admiração e curiosidade dentro de um universo completamente novo para eles. Fomos em vários ambientes para podermos encontrar material suficiente para todas as pesquisas.
Acredito que esta seja uma atividade muito importante para os alunos, tendo em vista que estão muito empolgados por responderem aos seus questionamentos. Ao longo do trabalho vou dialogando com os alunos através do "google docs", e acredito que os mesmos já estão bem familiarizados com esta nova ferramenta.
Acredito que esta seja uma atividade muito importante para os alunos, tendo em vista que estão muito empolgados por responderem aos seus questionamentos. Ao longo do trabalho vou dialogando com os alunos através do "google docs", e acredito que os mesmos já estão bem familiarizados com esta nova ferramenta.
Biblioteca Unisinos - 10/05/2017
EVAM - EMEF Coelho Neto 15/05/2017
Tenho um alunos que fez o seguinte questionamento: "Como surgiu o dinheiro?", achei muito relevante e interessante a pergunta, mas ele não sabe escrever as certezas que tem sobre o assuntos e nem as dúvidas. Estou auxiliando para tentar desertar nele outras curiosidades sobre o assunto, porém ele ainda é muito dependente para realizar as atividades, necessita de minha presença constantemente, caso contrário não sai do mesmo questionamento e fica esperando para que eu diga qual o próximo passo.
REFLEXÃO SEMANAL:
Essa etapa da pesquisa nos trouxe muitas descobertas. As vezes nossos alunos nos surpreendem pela forma com que lidam com determinadas situações. Não estávamos acostumadas a vê-los buscar informações sobre assuntos escolhidos por eles. Pelo menos não de uma maneira formal como estamos fazendo, ou seja, a curiosidade, as vezes corriqueira, do cotidiano, ganha status de trabalho escolar, "de assunto sério". Um dos pontos a ser pensado é como isso faz com que nossos alunos sintam-se valorizados, sintam que seus interesses tem lugar na escola.
REFERÊNCIAS
Link das imagens:
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários à Pratica Educativa. 4 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997.
https://www.google.com.br/search?desafios&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved






Parabéns ao grupo, percebe-se que estão engajadas, que é um grupo coeso, que trabalha junto. Seus textos são recheados de vivências, experiências, com embasamento das leituras sugeridas pela interdisciplinar e outras que se encaixam muito bem no contexto de cada texto apresentado.
ResponderExcluirAbraços
Realmente esse grupo trabalha de forma colaborativa e reflexiva, fazendo análises sobre os limites e possibilidades dos PAs. Gostei muito da forma como conduziram a Meta 2, a etapa da pesquisas, do esclarecimento das dúvidas e validação das certezas.
ResponderExcluirAs diferentes fontes de pesquisa em diferentes fontes de informação aporta muita riqueza aos temas que estão sendo trabalhados.
Destaco, também, a forma como os inventários de conhecimentos foram elaborados, valorizando as inquietações dos/as alunos/as, valorizando as questões suscitadas em cada tema.
Parabéns!